<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5864807432812025955</id><updated>2011-04-21T18:10:15.347-07:00</updated><category term='Caverna'/><category term='Aventura'/><title type='text'>Cavaloth</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cavaloth.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5864807432812025955/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cavaloth.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Warrik</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07647503141693159149</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5864807432812025955.post-8620015319702405080</id><published>2009-02-28T12:04:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T15:23:25.786-08:00</updated><title type='text'>O Reino de Palathor</title><content type='html'>Não se sabe ao certo como os reinos do continente se formaram, por conta dos murmúrios enfadonhos que sempre são recontados entre as tavernas mais calorosas, entre as esquinas mais enevoadas; mas sempre as pessoas tendem à acrescentarem fatos ou adjetivos às suas histórias, para que a lenda do passado antigo permaneça memorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não saberem como realmente as imponentes torres e pontes foram erguidas, sempre foi uma diversão graciosa inventar o passado remoto e distorcê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palanthor é um reino entre as Montanhas Verdejantes, ao leste, em um penhasco rochoso e absurdamente alto; descendo-o, pode-se navegar pelo implacável Grande Mar.Ninguém nunca se aventurou por aquelas ondas; pois ninguém era estúpido o suficiente para nelas navegar.Diz-se nas mais fervorosas tavernas e estalagens, que alguns grandes guerreiros do Grande Mar vieram, trazendo lanças e dragões.Nog, o dono da taverna Dragão Assado, um dia resmungou:&lt;br /&gt;- Acredito que essa história só possa ser fruto das minhas cervejas.O gosto é bom, o frango também; mas quando os homens incautos bebem muito, inventam histórias.Acho que deve ser uma diversão; de qualquer forma, parece-me ridículo e amedrontador, pensar que existem dragões por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com um passado enevoado e manchado, os reinos permanecem em pé.Nele, tavernas e estalagens com as mais variadas peculiaridades são constantemente inaguradas; fazendo um lugar incontavelmente aprazível e com bom cheiro.Acho que você já entrou em uma delas, não é?&lt;br /&gt;É óbvio que sim.Seria impossível nunca ter provado uma cerveja forte, um frango assado, conversas estúpidas e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É indiscritível a imponência reservada pelos salões e túneis do Reino no Penhasco, açoitado pelas ondas implacáveis do Grande Mar.O céu sempre é cinzento e azul-escuro, melancólico, sobrepondo ironia à região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que a altura da maior torre arranhe as núvens, o sol, com uma altura de nove dragões.Como foi construída?Isso nunca incomodou à ninguém, motivo pelo qual não é tido como foco das falações.O esdrúxulo do lugar, é que o céu sempre é cinza, as ondas do mar sempre abruptas; e o reino sempre recheado de vigor, de esquina à esquina, com murmúrios e falações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;..&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Warrik.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5864807432812025955-8620015319702405080?l=cavaloth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cavaloth.blogspot.com/feeds/8620015319702405080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cavaloth.blogspot.com/2009/02/o-reino-de-palathor.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5864807432812025955/posts/default/8620015319702405080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5864807432812025955/posts/default/8620015319702405080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cavaloth.blogspot.com/2009/02/o-reino-de-palathor.html' title='O Reino de Palathor'/><author><name>Warrik</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07647503141693159149</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5864807432812025955.post-3554162358043417096</id><published>2009-02-27T12:38:00.000-08:00</published><updated>2009-03-02T15:12:32.419-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aventura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caverna'/><title type='text'>A Caverna</title><content type='html'>Entre os densos carvalhos da floresta, o peregrino caminhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com passos longos, caminhava levando o fardo da solidão e olhando curiosamente à ambientação noturna ao seu redor; pássaros sussuravam uma canção de morte, as árvores lutavam contra o vento e qualquer ínfimo som era motivo de desconfiança, mesmo que fosse o som de uma corneta aguda e graciosa ao leste, dando-lhe boas vindas ao paraíso, com a mais imemorável nota musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peregrino caminhava com um manto cinza e um capuz também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponderava sobre a paisagem e olhava desconfiante enquanto trilhava um caminho de zigue-zague entre a íngrime encosta da floresta; que contornava uma montanha pequena, árida e deserta.Ninguém jamais ousaria adentrar aquele lugar tão melancólico e cinzento.Era óbvio que aquele errante somente estava naquelas terras desoladas por um motivo especial, exprimido por um coração que fazia ofício de moinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua vermelha, Crommor, não dava boas vindas à ninguém, fazendo das núvens um espesso cobertor para se lamentar entre a noite; não ousava olhar para os reinos que através do tempo foram construídos; pelo amor, que ao longo do tempo foi conhecido; pelo medo, que através dos murmúrios foi difundido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peregrino sentiu-se exaurido.Podia ouvir suas pernas lhe dizendo:&lt;br /&gt;- Vamos descansar, Jake.Não aguentamos mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começava a ouvir vozes.Vozes estranhas, que iam e vinham por entre os ouvidos; parecia que elas tinham um martelo, cujo poder era de abrir-lhe a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrou uma caverna abafada e úmida, formada por rochas dos mais diversos tamanhos, que gemiam quando o vento as açoitavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntou alguns pedaços de madeira, e fez uma fogueira, entre as estalactites da caverna.Não se atreveu à ver a profundidade da caverna; o suficiente bastaria para uma noção confortável.A lua lutou contra as núvens e vangloriou-se com sua perfulgência, gloriosa e azul, irradiando o sinal da vitória; o peregrino sentiu-se vagamente robusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentiu-se bem.Dormiu com um sorriso entre os lábios, feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a alvorada deu boas vindas ao mundo, um aldeão gritou.A notícia de que um homem havia morrido entre as cavernas do sul de Lingoth espalhou-se rapidamente.Haviam nove cortes nas costelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;....&lt;br /&gt;.....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5864807432812025955-3554162358043417096?l=cavaloth.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cavaloth.blogspot.com/feeds/3554162358043417096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cavaloth.blogspot.com/2009/02/caverna.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5864807432812025955/posts/default/3554162358043417096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5864807432812025955/posts/default/3554162358043417096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cavaloth.blogspot.com/2009/02/caverna.html' title='A Caverna'/><author><name>Warrik</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07647503141693159149</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
